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Mostrando postagens com o rótulo Rotaroots

Blogagem coletiva: 5 coisas que eu quis ser

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O que você vai ser quando crescer? É esta a pergunta que temos de responder muitas, muitas vezes durante a infância e a adolescência. Algumas pessoas seguem firmes na escolha desde pequenininhas, outras almejam uma profissão diferente a cada semana. O grupo Rotaroots – Blogueiros de Raiz , perguntou aos blogueiros cinco profissões que nós quisemos seguir durante nossa vida. Eu fui um destes casos híbridos, entre a mudança constante e a certeza (que depois se mostrou muito incerta). As primeiras lembranças que tenha das minhas respostas para esta pergunta são dois desenhos, feitos quando eu tinha seis ou sete anos, e que aparentemente (para azar dos leitores e alívio meu) se perderam no limbo. Nos desenhos eu dava duas opções para minha futura profissão: engenheira e... costureira. E mais: o desenho de engenheira mostrava uma bonequinha disforme erguendo um muro (ou seja, eu queria mesmo era ser pedreira), enquanto a costureira fazia tricô com novelos de lã. Mas eu mudei de ide...

Três livros que mudaram minha vida

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Quem nunca leu uma frase, um parágrafo ou até mesmo um livro inteiro e teve a sensação de que aquilo tinha sido escrito especialmente para você? E quem nunca teve a vida mudada por uma leitura? É daqueles momentos em que deixamos o livro cair no colo e ficamos de boca aberta, refletindo e admirando o poder da arte. O Rotaroots perguntou aos blogueiros quais três livros mudaram a vida deles. Estes são os meus: Os sofrimentos do jovem Werther, Goethe: Como Werther me impactou, não sei explicar, mas foi um livro que mudou minha vida. Eu tinha 15 anos e até então nunca havia me identificado tanto com um personagem como aconteceu com Werther. Teria sido apenas um arroubo romântico de adolescência? Ou seria um estranho presságio literário de que tempos sombrios estavam próximos, e eu não poderia me deixar abater? Em todo caso, havia algo que me atraía na sensibilidade aguçada do protagonista que se comunicava por cartas e lutava contra uma paixão proibida. Cagney by Cagney, Ja...

Vai ter blog, sim!

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O surgimento do elevador acabou coma escada? O aspirador de pó tornou as vassouras supérfluas? O rádio foi destruído com a chegada da televisão? O e-book vai levar os livros físicos à extinção? Os podcasts e redes sociais decretaram o fim da blogosfera? NÃO. Mais de um “entendido” no assunto já escreveu que “a blogosfera está morta”, mas a verdade é que ela nunca esteve tão forte. E isso pode ser muito bom. E algumas vezes, um pouco ruim também. A liberdade de expressão chegou a outro nível com o surgimento dos blogs. Agora, cada um que quisesse poderia ser produtor de conteúdo, sem necessitar de altos investimentos, conhecimentos, material e equipe como era necessário quando alguém decidia, por exemplo, criar um jornal e revista. Bastava uma conexão com a internet, vontade e disciplina. Nada mais de monopólio: nem mesmo os governos ditatoriais podiam barrar o avanço dos blogueiros (vide a blogueira cubana Yoani Sánchez). E então alguns blogueiros virara...

Os ingredientes para uma ceia de Natal perfeita

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 “ It’s the most wonderful time of the year!” Sim, para mim esta é a época mais maravilhosa do ano! Eu ADORO Natal e um post especial não poderia faltar nas festas natalinas. Por isso escolhi participar da blogagem coletiva do nosso querido grupo Rotaroots! Decoração natalina (MUITA decoração): foi há uns seis ou sete anos que eu decidi montar meu próprio cantinho de Natal no meu quarto. De lá para cá, sempre incremento a decoração com mais alguma coisinha comprada aqui ou ali. O espaço acabou crescendo e invadindo minha “área de trabalho” e hoje sou uma feliz proprietária de quatro árvores de Natal, um exército de Papais Noéis, duas casinhas de gengibre, cinco presépios e meia dúzia de bonecos de neve. Sobremesa sensacional: eu adoro ficar responsável pela sobremesa da ceia de Natal. O cardápio já variou um bocado nos últimos anos (brownies Katharine Hepburn, brigadeirão, frutas), mas minha sobremesa preferida sempre será o indescritivelmente gostoso pavê natalin...

Resenha: Um Dono para Buscapé, de Giselda Laporta Nicolelis

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É na infância que aprendemos lições valiosas de amor ao próximo e aos animais. É na infância também que lemos alguns dos livros que mais marcam nossas vidas. Quando eu tinha nove anos, li “Um Dono para Buscapé”, e nunca mais me esqueci do livro (talvez porque ele era um dos mais grossos que eu já tinha lido: 62 páginas!). E com ele aprendi coisas muito importantes. Marcelo, um garoto de doze anos, vai mudar de sua confortável e espaçosa casa para um apartamento. O problema? Seu cachorro Buscapé não pode ir junto. E olhe que o vira-lata malhado é realmente o melhor amigo do menino, inclusive seguindo o dono até a escola todos os dias. Marcelo precisa correr contra o tempo para encontrar um novo dono para seu animal de estimação, ou Buscapé será sacrificado. Crédito das ilustrações: Moacir Rodrigues Soares Será difícil encontrar um livro mais politicamente correto que este. Talvez o termo “politicamente correto” não seja o melhor para descrevê-lo, mas sem dúvida é um livro...

Blogagem coletiva: 5 coisas para fazer no inverno

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Embora eu tenha nascido no inverno, preciso confessar: detesto a estação mais fria do ano. Não vejo graça nenhuma em sair de casa com muitas blusas, levantar cedo com geada ou não poder tomar sorvete. Mas não posso negar que há coisas boas a serem feitas no inverno. Tudo bem que você também pode fazê-las no verão, mas... Vamos à lista: 1 – Testar novas receitas: Minha atividade favorita. Se no calor podemos experimentar doces gelados e saladas, no inverno é época de testar receitas de sopas, fondues, bebidas quentes, bolos... ou o doce de chocolate aí embaixo. 2 – Ler livros enquanto você se esquenta:  se você vive como um personagem de filme de Hollywood, pode ler em frente à lareira, em uma noite gelada, tomando vinho com uma pessoa especial. Se você não tem uma lareira, pode fazer o mesmo que eu: sentar-se ao sol, passar protetor solar e se deliciar com um bom livro. Não faça isso no verão se não quiser queimaduras! 3 – Descobrir novas atividades manuais: An...

Top coisas favoritas das festas juninas

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Que Copa do Mundo o quê! Junho é mês de festa junina. Aqui na minha cidade as festas foram adiantadas para a primeira semana de junho para não perderem público por causa dos jogos. Mas pelo menos teve festa junina! Mesmo não gostando de dançar quadrilha, é impossível não se deixar contagiar pelas festas que celebram Santo Antônio, São João e São Pedro. Pensando nisso, o Rotaroots perguntou para os blogueiros: quais são suas coisas favoritas das festas juninas?   Capelinha de melão, é de São João... Xadrez: É a única época em que você pode se vestir de “caipira” e estar na moda! Eu dispenso o chapéu de palha, mas gosto muito de camisas xadrez e tranças no cabelo. Cocada com maracujá: Essa delícia pode ser encontrada em festas juninas, feirinhas e na festa de São Benedito (de 1º a 13 de maio). A cocada em si é gostosa, mas a cocada com maracujá é demais. Maracujá deixa tudo mais gostoso. Em especial por causa daquelas sementinhas crocantes. Quebra-queixo: Esse ...

Blogagem coletiva: coisas que todo mundo ama e eu odeio

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É com muito orgulho que digo que agora eu faço parte do Rotaroots, um grupo no Facebook que reúne blogueiros saudosistas que querem de volta aquela blogosfera das antigas, nas palavras do grupo: Este post faz parte de uma postagem coletiva do grupo Rotaroots, criado por blogueiros nostálgicos das antigas que decidiram resgatar a essência da antiga blogosfera, recheada de diários virtuais, onde podíamos, de fato, conhecer um pouco sobre aquelas pessoas que nos estavam escrevendo. Para fazer parte do grupo no Facebook, basta  clicar aqui . A cada mês temos uma (ou mais) propostas de blogagens coletivas, e eu escolhi para começar a lista de coisas que todo mundo ama, mas eu odeio. Não foi difícil fazer a lista, porque eu sou uma pessoinha bem  ranzinza  “diferente” dos demais. Assim, fiz rapidamente uma lista de oito coisas que todo mundo ama e eu odeio.  1- Ensino Médio: Se eu tivesse amigos e atividades como na série Glee, talvez eu tivesse sa...