Resenha: O lado bom da vida, de Matthew Quick
Livros que viram filmes sempre se tornam sensação no mercado. “O lado bom da vida”, romance de estreia de Matthew Quick, além de ter sido adaptado para as telas, também figura em dois gêneros que fazem sucesso atualmente: o young adult e o chamado sick-lit , livros que tratam sobre doenças. Apesar de todos esses ingredientes de sucesso, Matthew foge dos estereótipos e trata doenças mentais com leveza e dignidade. Pat Peoples é um ex-professor que passou algum tempo internado no que ele chama de “lugar ruim” (uma clínica psiquiátrica) até que sua mãe fosse tirá-lo de lá contra as ordens dos médicos. A internação de Pat marcou o começo do “tempo separado” da esposa, Nikki, e a maior meta dele é reconquistá-la. Para isso, ele malha loucamente todos os dias e treina ser gentil ao invés de ter razão, ou seja, concordar com as pessoas ao invés de discutir. Tentei imitar nuvens... #FAIL O pai de Pat é um homem fechado e com um conceito de afeto difícil de entender. Seu humor é dita...